Nada dura para sempre

Nas ruínas de um castelo um homem contemplava o resto do que um dia foi uma casa de reis, reis esses que a muito estavam mortos, que a única lembrança que deixaram foi seus nomes e suas ruínas, todo o resto foi consumido pelo tempo e esquecido a nós,

O vento soprava, o mesmo vento que sopra desde o início dos tempos, assim como as forças da natureza, a mesma chuva, a mesma terra, a mesma fúria e a mesma paz.

O homem contemplava, bem na sua frente, a futilidade do homem em comparação com o mundo natural e suas forças pouco conhecidas. Percebeu que, assim como os antigos reis, ele não passará de mais uma poeira no tempo que em breve o vento levará, em silêncio, para ser esquecido para sempre.

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